Pão ou rosas

Se, busco o alimento do corpo…
Contento-me com o pão extraído de ti, ó trigo.
Cuja receita deixada por antigos, mestres ilustres.
Dentre eles, o maior,
O filho de Deus!

Tu me ofereces o pão.
O alimento físico necessário para minha vida.
Mas, a rosa me oferece o alimento da alma,
Com sua cor, seu aroma, seu perfume,
Ao embelezar meus dias…

E, mesmo que me entregues espinhos,
E, por vezes, machucam-me…
Mesmo assim, se faz importante em meu viver.
Como companheira amiga,
Em teus exemplos de beleza e encanto…
Na sua magia e toque único.

Assim somos nós homens…
Não poderíamos viver sem o pão,
também não; sem a rosa.
Tanto um como a outra,
Ofertada pelo Rei deste universo.

Faço de vocês minha vida,
Do pão que nunca me faltou e pude repartir.
Das rosas, muitas oferecidas com carinho e amor,
Outras, com maldade e mentira…
Mas, mesmo delas extrai conhecimentos.

Para meu viver…
Enfim…
Não haveria como sorrir,
Sem compartilhar de vocês…
Ofertados por meu Pai…
em abundância!

Paulo Nunes Junior

Deixe uma resposta