Culpa que nada!

Ah!!! Pode dizer a verdade!
Você já sabia que eu era assim…
meio turrona e enfezada.
E agora, por que me culpas assim?
Tudo bem, você bem que tem razão. Mas, olha!
A culpa não é só minha não!
Tá…, tá…, tá…, não precisa me olhar torto!
Por você, eu entro em acordo,
Peço-te desculpas, dou-te uma flor,
e você me devolve o teu amor.

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