Velório de Português

O Manuel está no velório à beira do caixão quando chega o Joaquim e pergunta:
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O Caseiro Atrapalhado

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O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada:

- Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda!
- O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?
- Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!
- Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado?
- Sim, este mesmo!
- Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele… mas ele morreu de quê?
- Comeu carne estragada!
- Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?
- Ninguém… ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.
- Que cavalos?
- Dos seus cavalos puro-sangue! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça dágua.
- Puxando a carroça dágua? Que água?
- Para apagar o fogo!
- Fogo? Onde?
- Na sua casa… uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.
- Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade?
- Foi uma das velas do velório!
- Velório?!
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