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“E quem é o meu próximo?”–(LUCAS, 10:29)

O próximo a quem precisamos prestar imediata assistência é sempre a pessoa que se encontra mais perto de nós.
Em suma, é, por todos os modos, a criatura que se avizinha de nossos passos. E como a Lei Divina recomenda amemos o próximo como a nós mesmos, preparemo-nos para ajudar, infinitamente…
Se temos pela frente um familiar, auxiliemo-lo com a nossa cooperação ativa.
Se somos defrontados por um superior hierárquico, exercitemos o respeito e a boa-vontade.
Se um subordinado nos procura, ajudemo-lo com atenção e carinho.
Se um malfeitor nos visita, pratiquemos a fraternidade, tentando, sem afetação, abrir-lhe rumos novos na direção do bem.
Se o doente nos pede socorro, compadeçamo-nos de sua posição, qualquer que ela seja.
Se o bom se socorre de nossa palavra, estimulemo-la a que se faça melhor.
Se o mau nos busca a influência, amparemo-lo, sem alarde, para que se corrija.
Se há Cristianismo em nossa consciência, o cultivo sistemático da compreensão e da bondade tem força de lei em nossos destinos.
Um cristão sem atividade no bem é um doente de mau aspecto, pesando na economia da coletividade.
No Evangelho, a posição neutra significa menor esforço.
Com Jesus, de perto, agindo intensivamente junto dele; ou com Jesus, de longe, retardando o avanço da luz. E sabemos que o Divino Mestre amou e amparou, lutou em favor da luz e resistiu à sombra, até à cruz.
Diante, pois, do próximo, que se acerca do teu coração, cada dia, lembra-te sempre de que estás situado na Terra para aprender e auxiliar.

Momentos de reflexões

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A vida seria uma maravilha se não existissem conflitos… desavenças na vida a dois… falta de diálogo nas horas
da necessidade… nos momentos da tristeza… no instante da dor… do sofrimento e da solidão.
Ela seria um paraíso se não houvesse as guerras… a fome… a falta de solidariedade… a ambição pelo poder… a inveja… a destruição da fauna e do meio ambiente e o confronto das gerações.
Se nós soubéssemos como ela realmente queria que a entendesse, talvez tudo fosse diferente e assim descansaríamos
com serenidade nas sombras das grandes árvores e a beira de um lindo riacho.
Ou se nós buscássemos o discernimento e conhecimento daquilo que não conhecemos e tivéssemos compreensão dos
problemas, quando necessitássemos ceder ou clamar pelo perdão de quem tanto nos maltratou ou a quem magoamos sem
justa causa… Entenderíamos porque das nossas desilusões e porque das nossas decepções quando sentíssemos quanto
isso faz falta para a restauração e o engrandecimento espiritual do nosso ser.
Mas se todo o ser humano tivesse essa consciência da vida e tomasse uma posição decisiva e convincente diante dos
seus erros… de suas falhas e dos seus atos.
Talvez ele não sofresse as conseqüências por suas atitudes e até poderia caminhar pelas grandes e verdejantes veredas do amor individual ou coletivo, sem medo de se perder diante das suas próprias causas… sem o receio de
que não ia alcançar os seus objetivos e sonhos… sem a compaixão de não querer pecar ou aceitar os defeitos de
cada um como coisa normal ou sem o peso da culpa por não ter descoberto a sua verdadeira essência com segurança e
antecedência.

Assim é a vida.