Canção do Tamoio (Natalícia)

I

Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida

I-Juca-Pirama

I

No meio das tabas de amenos verdores,
Cercadas de troncos

O canto do guerreiro

I

Aqui na floresta
Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não geram escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.

Ainda uma vez

I

Enfim te vejo!

Se se morre de amor!

Se se morre de amor!

A Eugênia Câmara

AINDA UMA VEZ tu brilhas sobre o palco,
Ainda uma vez eu venho te saudar…
Também o povo vem rolando aplausos

A D. Joana

(No dia do seu aniversário)

SENHORA, eu vos dou versos, porque apanho
Das flores d’ahna um ramalhete agreste
E são versos a flora perfumada,
Que de meu seio a solidão reveste.

E vós que amais a parasita ardente,
Que abre como um suspiro em pleno maio,
E o aroma que anima o cálix rubro

A cestinha de costura

Para o livrinho de D. BRASÍLIA VIEIRA

N

GRATO oásis do viajante,
Terra de lindos primores,
Tu és sultana das flores,
Bela filha do sertão.
Aí no regaço ameno
O lasso e triste romeiro,
Se esquece do amor primeiro
Pois te dá seu coração.

Que importa por longes terras
Se ostentem mil maravilhas?
Paris, Nápoles, Sevilha,
Não têm o atrativo teu.
Em vez de luxo