A grande troca

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Um amigo estava na Disneylândia há algum tempo e procurou um lugar para descansar com a família no castelo de Cinderela. Infelizmente, outras pessoas fizeram o mesmo. O lugar ficou lotado de crianças com os pais. De repente, todas as crianças correram para um lado. Se fosse um barco, o castelo teria afundado. Cinderela estava etrando.
Cinderela. A princesa querida. Uma jovenzinha linda, com cada fio de cabelo no lugar, uma pele impecável e um sorriso radioso. Ela ficou ali mergulhada num jardim de crianças, cada uma querendo tocar e ser tocada.
O outro lado do castelo estava então vazio, exceto por um menino de sete ou oito anos. Sua idade era difícil de determinar por causa do corpo desfigurado. De pequena estatura, com o rosto deformado, ele ficou observando silencioso e triste, segurando a mão de um irmão mais velho.
Sabe o que ele desejava? Queria estar com as outras crianças. Ansiava por fazer parte do grupo junto de Cinderela, aqueles que a chamavam pelo nome. Mas você está sentindo o medo dele, medo de outra rejeição? Medo de ser novamente provocado, ridicularizado?
Você não gostaria que Cinderela fosse até ele? Adivinhe! Ela foi!
Ela notou o garotinho solitário do outro lado do castelo, e, enfrentou toda a multidão de crianças, até chegar a ele. Deu-lhe um beijo na face, o que fez com que uma lágrima escorrece de seu rostinho informe.
Isso nos lembra outra história. Jesus, o filho de Deus, desceu dos céus, foi gerado por uma camponesa, nasceu numa mangedoura, foi criado por um carpinteiro.
E só isso não basta. Ele além de sair de sua casa, deu, não só um beijo como Cinderela, mas sua vida, para que nós fossemos justificados. Atavés de sua morte, nos propiciou todas as bençãos de filhos de Deus.